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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Fazendo seu próprio álbum de fotos - parte 3

Mais uma vez estamos aqui com uma enooooooorme matéria sobre mais um estilo caseiro de fazer álbuns! E o estilo de hoje ééééé... O estilo legendado!



Embora esse também não seja o meu estilo, a minha mania de fazer uma análise crítica imparcial sobre as coisas me diz que esse é o estilo mais democrático e também o mais politicamente correto. Explico: é um estilo prático, rápido e que atende às necessidades de um bom álbum de fotos. Diz o que tem que ser dito, informa o que tem que ser informado, sem firulas ou nhé nhé nhé, entende?


Um álbum legendado tem as fotos e os elementos e, é claro, uma legenda para cada um deles ou pelo menos para a grande maioria deles. Essa legenda traz informações necessárias e relevantes, como local, ocasião, motivo, nomes, datas, enfim, tudo o que se precisa saber da foto em questão.


No álbum minimalista – que foi o último que comentei – a única informação além das fotos em si, era dada pelo título. As explicações das fotos eram dadas pela sequência ou pelo conteúdo ou pelo dono das fotos, ou seja, se o dono não explicar, fica subentendido ou não entendido. Já no álbum legendado isso não acontece, pois ele é autoexplicativo! Você não precisa ficar falando do que se tratam as fotos, pois qualquer pessoa que pegar e ver, vai ler e entender.


Para montar um álbum assim, é muito fácil! Vamos lá? 




Você já separou as fotos, colocou em ordem e decidiu o título do álbum e o local onde ele será colocado, certo? Certo. Agora, vamos à nossa importante fase de planejamento. Veja o que vai ser colocado em cada página do álbum lembrando sempre que você deve deixar espaço para suas legendas! Com esse planejamento você poderá verificar se o número de folhas do álbum será suficiente ou se precisará comprar mais – nada mais frustrante que começar um trabalho e não terminar pq faltou material, né?


Mas você deve estar se perguntando: onde devo escrever as legendas? Na folha do álbum? Num papel à parte? E como colar? Eu respondo: você pode fazer do jeito que você achar melhor, afinal, o álbum é seu e deve ficar com a sua cara! Mas meu conselho de perfeccionista é: faça suas legendas sempre num papel à parte, pois se você errar é mais fácil consertar. E nesse caso, algumas dicas:

1) Escolha um papel mais grossinho do que o papel comum, pois fica menos transparente e mais resistente. Assim, se você usar fita dupla-face pra prendê-lo ao álbum, a fita não ficará visível e, se você usar cola, o papel não ficará ondulado. Pra quem tiver um papel com gramatura de 180g/m² à disposição, use-o. Pra quem não tiver e não puder gastar uma graninha com isso, aí vai uma diquinha bem baratinha: uma cartolina cumpre bem esse papel – é barata, grande e tem gramatura de mais ou menos 120g/m². 

2) Para colar, pode ser fita dupla-face ou cola bastão (de preferência).

3) A cor do papel fica a seu critério. Você pode fazer legendas da cor que preferir – não precisa nem ser da cor da folha do álbum. Inclusive, se você tiver folhas de álbum pretas ou bem escuras e não tiver aquela caneta branca ou prata para escrever, pode usar uma legenda de outra cor que não vai ficar feio. É só cortar com capricho que fica lindo. 
 
4) Escrever primeiro ou cortar o papel primeiro? Eu prefiro cortar primeiro e escrever depois. Assim você já corta o papel do tamanho que ele deve ser e o texto fica limitado àquele espaço.

5) Se você quiser escrever retinho e bonitinho, mas não consegue fazer isso sem uma linha pra te guiar, faça a linha beeeeeem de levinho. Use um lápis com a ponta grossa e gasta pra não marcar o papel, apoie a régua no papel e trace a linha sem colocar peso no lápis, sem forçar nada. A linha tem que ficar quase inexistente. Aí você escreve, deixa secar a tinta da caneta por uns 3 minutos e depois apaga a linha com uma borracha limpa. Não deve restar nenhum vestígio da linha. 
 
6) Se você é tão perfeccionista como eu e quer centralizar o texto ou saber se ele caberá dentro daquele espaço de papel, finja que está escrevendo nele, como se estivesse ensaiando, que aí já vai dar pra saber mais ou menos como ele vai ficar. Se assim não funcionar, pode tentar escrever o texto com aquele lápis de ponta grossa e gasta muuuuuuito de levinho que aí resolve o problema. Mas lembre-se de só apagar o lápis depois de um tempinho pra tinta da caneta secar bem, senão vai ficar um belo borrão de tinta – sim, já aconteceu comigo! rs


O texto da legenda tbm costuma ser alvo de dúvidas das pessoas mais desacostumadas a escrever ou que ficam inseguras em relação ao conteúdo. Se você não tem essa dificuldade, é fácil – escreva o que achar necessário para as pessoas entenderem a foto. Mas se você tem alguma dificuldade, faça um exercício simples: imagine que você está mostrando essa foto pra alguém. O que você falaria pra essa pessoa entender a foto? Escreva isso na legenda! Simples assim. Vou dar alguns exemplos: 

1) Vamos supor que você fez um álbum da sua viagem de lua de mel a Buenos Aires: você pode descrever a foto de forma mais séria como “Chegada ao Aeroporto Internacional de Ezeiza.” Ou você pode colocar mais informações de acordo com o seu estilo de falar ou escrever: “Chegada ao Aeroporto Internacional de Ezeiza. Os termômetros marcavam 7°C – quase congelamos!”. 
 
2) Se no título do álbum estiver especificada a data ou o período do álbum, talvez não seja necessário ficar colocando isso nas legendas. Por exemplo, um álbum do aniversário de 5 anos da sua filha. É uma dia só e portanto não precisa colocar data nas legendas. 
 
3) Num álbum de viagem ou evento de até 10 dias, você pode especificar o período no título e escrever nas legendas como se fosse um diário, contando os dias: “1º Dia. Chegada ao Aeroporto Internacional de Ezeiza. Os termômetros marcavam 7°C – quase congelamos!” ou “3º Dia. Dançarinos de tango na Praça de Maio. Lindo espetáculo!”. 
 
4) Mas tem situações em que você pode e deve colocar a data na legenda, principalmente se for um álbum que engloba um período longo. Por exemplo, vamos supor que você e sua família tenha um sítio e vcs viajam pra lá várias vezes por ano. Aí você decide fazer um álbum com fotos tiradas no sítio num período de três anos. Você pode colocar “Colhendo as deliciosas laranjas do pomar! (25/07/2011)”; “Renata e sua amiga de faculdade Bianca, aprendendo a montar a cavalo. Se saíram bem! ( 06/03/2012)”. 
 
5) Dependendo do tema do álbum não é necessário colocar data específica mas você pode indicar uma fase, como nos álbuns de bebê: “Abrindo melhor os olhinhos. (1º semana)”; “Aprendendo a engatinhar (7º mês).”


Enfim, os exemplos e as possibilidades são inúmeros! Mas com bom-senso e tranquilidade tudo dará certo e você terá um álbum bonito, bem montado e bem explicado!


Espero que tenham gostado!


Mas se esse ainda não é o seu estilo, não se preocupe. Em breve o estilo “quadro de cortiça”! Não perca!


Beijo.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Fazendo seu próprio álbum de fotos - parte 2


Na primeira parte desta longa matéria sobre álbuns, eu defini alguns estilos de álbuns de acordo com o que eu já vi por aí, lembram? E o primeiro estilo que eu quero comentar é o “Estilo Minimalista”.

Nesse estilo, como o nome já diz, coloca-se o mínimo possível de materiais/elementos, ou seja, apenas fotos! Embora não seja o estilo que eu mais goste – e acredito que nem a maioria das pessoas – é o que mais se vê na realidade, não é? Por quê? Pq é mais fácil!

Além de ser mais fácil, tbm é um costume. Acredito que seja por que quando você mandava revelar as fotos vinha um albunzinho só com plásticos para colocar as fotos, lembra? Daí ficava sem espaço pra mais nada além das fotos!



Claro que você pode gostar de deixar apenas as fotos no álbum e ser adepto do lema “uma imagem vale mais que mil palavras”. Nada contra! Mas na maioria dos casos eu acho que esses álbuns existem por falta de tempo, de jeito, de paciência ou por falta de conhecimento mesmo – muita gente nunca viu um álbum mais elaborado e não sabe que pode fazer diferente.

Mas, seja por gosto ou por falta de paciência, tempo e jeito pra coisa, vamos dar algumas dicas pra quem quer um álbum minimalista!



Na primeira parte dessa matéria, eu sugeri que você escolhesse um tema para o álbum e que selecionasse e arrumasse os elementos que ficarão nesse álbum em ordem cronológica, certo? Certo. Então, escolhido o tema e separado o material, comece a calcular o que vai ser colocado em cada folha. , verifique se as fotos estão arrumadas na ordem em que foram tiradas. Acho isso particularmente importante nos álbuns minimalistas, já que a sequência de fotos é que explicará os acontecimentos do evento. Se você não lembrar ou não fizer diferença, arrume na ordem que desejar. Se faltarem folhas, você pode comprar mais (se tiver essa opção) ou usar dois álbuns. Se sobrarem muitas folhas, você pode colocar fotos de outro evento/tema nesse mesmo álbum.

Depois desse planejamento, você precisa decidir onde vai colocar o título do álbum – sim, um título é necessário para você saber ao menos do que se trata o álbum. É importante decidir o local do título com antecedência para reservar esse local. Senão depois quando você quiser colocar, vai ver que não deixou o espaço necessário e aí, já era. Bom, você pode colocá-lo na capa, na contra-capa ou na primeira folha do álbum. Pode ainda ser colocado numa tag que será presa ao álbum com uma fita ou cordinha. Como não sou nenhuma expert em desenho digital, fiz uns esqueminhas made in Paint para mostrar a disposição dos títulos – se alguém rir, eu não faço mais!



Caso você vá usar esse álbum para mais de um evento, é melhor colocar cada título na primeira folha de cada evento.

Agora você deve decidir qual será o título. Eu gosto de colocar o tema e acrescentar a data, assim fica uma coisa a menos pra você lembrar. Se precisar, acrescente o local. Vou dar alguns exemplos de títulos: “Batizado de Fernando – 03/09/2005”; “Férias em Salvador – março de 2008”; “Final de semana no sítio – Linhares/ES – 23 a 25/04/2009”.

Agora que você decidiu o local e o que será escrito no título, você pode colocá-lo no lugar ou deixar para o final.

Eu, particularmente, deixaria para colocar o título apenas no final, pois durante a fixação das fotos, você pode mudar de ideia a respeito do título, achar que outro nome fica melhor e tal... Mas o local tem que ser decidido com antecedência para você deixar aquele espaço livre.

Bom, fotos arrumadas, locais planejados, hora de fixar as fotos! Fixe as fotos e os elementos nas folhas do álbum da maneira que achar melhor (cola bastão, fita dupla-face, cantoneiras, etc.) e na posição que mais lhe agradar. Como é um álbum mais clean, sem muitos detalhes, acho que fica melhor uma disposição mais alinhada e uma ordem cronológica...

Terminou de fixar as fotos? Se ainda não colocou o título, a hora é essa. O título pode ser escrito à mão ou impresso num papel e colado ao álbum no lugar em que você planejou anteriormente. O importante é deixar claro a que se referem aquelas fotos.

E aí? Se identificou com esse estilo?

Se sim, bora fazer um álbum! Se não, aguarde os próximos estilos!

Até.

Beijo.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Fazendo seu próprio álbum de fotos - parte 1


Olá, queridos leitores!

Lembram que há algum tempo eu comecei uma série de matérias explicativas sobre temas que envolviam alguma Besteirinha desse blog? Não? Pois é, realmente eu comecei e empaquei e é bem possível que algumas pessoas não se lembrem... Mas não tem problema! Estou aqui hj para refrescar memórias e falar sobre novos temas!!

Eu iniciei essas matérias com o tema “Agendas”, já que estávamos no final do ano e isso poderia ajudar algumas pessoas a se organizarem melhor para o próximo! Depois disso fiquei muito atarefada produzindo as encomendas de final de ano e não tive tempo de dar continuidade. Sorry...

Agora que as coisas estão começando a se acalmar, teremos uma matéria sobre álbuns que vcs vão gostar!

Claro que não vou falar de álbuns profissionais feitos por profissionais de fotografia. A intenção é falar de álbuns customizados, personalizados, feitos por você!

Como o assunto é muito extenso, vou dividir a matéria em duas ou três partes. Assim, pretendo abranger a todos os gostos e estilos de quem quer ter um álbum bonito e com a sua cara. E acredite: depois de ler essa matéria completa, você vai se sentir preparado para montar o seu álbum! Assim espero...

Bom, esclarecimentos à parte, vamos falar deles: os álbuns!



Um álbum de fotos é um conjunto de fotos reunidas e organizadas num livro. Ok, mas que fotos? Um conjunto qualquer? Reunidas como? Organizadas como? São essas questões que nós vamos ver...

Geralmente um álbum de fotos segue um tema específico: uma viagem que você fez, fotos do seu filho bebê, fotos de um período de férias, fotos de aniversário, fotos da construção da sua casa nova... Enfim! Qualquer tema é válido. Até mesmo um tema cronológico como “fotos de 2000 a 2008”. E esses álbuns cronológicos são ótimos para guardar aquelas fotos soltas de um almoço, de um happy hour com os amigos, de quando você estava à toa em casa, etc. Aquelas fotos que não são suficientes para encher um álbum mas que você não quer perder de jeito nenhum, sabe?

Então, depois de decidir o tema do seu álbum, reúna o material: as fotos. Junte todas que seguem o tema definido para o álbum e arrume de forma cronológica. Olhe bem para todas as fotos e aproveite para fazer uma limpeza no material: tire fotos repetidas ou que não estão boas ou que não valem a pena colocar no álbum. Deixe somente aquilo que você quer colocar no álbum. É válido lembrar que o material não precisa ser necessariamente foto. Você pode guardar outros materiais de recordação (eu chamo de elementos) como passagens aéreas da sua lua-de-mel, folders do balcão turístico daquela viagem ao exterior, guardanapos do restaurante da festa de fim de ano da empresa, cd com músicas que marcaram uma festa, etc.! Recordações não têm muito limite, não é mesmo?



Agora que você já decidiu o tema e selecionou os elementos que serão colocados no álbum, você precisa decidir de que forma você vai organizar ou dispor esses elementos dentro do álbum. Essa costuma ser A dúvida da maioria das pessoas. Algumas ficam até desanimadas de olhar aquela pilha de material e o livrinho ali do lado, esperando pra ser preenchido... Conheço gente que adoraria piscar o olho e encontrar o álbum prontinho... rsrsrs. Quem não quer???

Tá na dúvida? Desanimou? Pois pode se empolgar aí, que para ajudar você a decidir como o seu álbum será feito, separei os estilos mais comuns que eu já vi em quatro tipos:

“Minimalista”

“Legendado”

“Quadro de cortiça”

“Scrapbook”

Vou falar de cada estilo separadamente nas próximas matérias. Não perca! Leia e defina o SEU estilo!

Até.

Beijo.




PS: Todo o texto e definições citadas na matéria foram criados por mim e baseados na minha experiência pessoal. Nunca li ou vi isso em outro lugar e nada foi copiado. Fotos e imagens colocadas na matéria que não forem minhas serão de banco de imagens gratuitas ou terão a fonte citada e linkada para o site do criador além de sua autorização prévia.


sábado, 26 de novembro de 2011

Usando sua agenda - Parte 2

No primeiro post sobre o uso da agenda, falamos sobre como as pessoas utilizam e lembramos que os adultos geralmente as usam para anotar compromissos e tarefas diárias com o objetivo de se organizar melhor e não correr o risco de esquecer algo importante.
“Ah! Mas isso é pra quem tem muitas reuniões, eventos ou compromissos de trabalho...”
Nada disso!! Todo mundo tem compromissos ou tarefas, todos os dias, a qualquer hora! Claro que médicos, advogados, administradores, jornalistas, etc. podem estar no topo dos profissionais compromissados, mas isso não quer dizer que você não precise de uma agenda para se organizar e organizar melhor o seu tempo. Até mesmo (e talvez principalmente) uma dona de casa se beneficiaria muito com uma agenda: anotar os dias e horários de levar os filhos ao médico, dia de fazer compras, dias de reuniões na escola, dias de vencimento de contas, tarefas como ligar para o pintor para fazer um orçamento, pesquisar o melhor preço de uma nova TV ou de um ar-condicionado, comprar um presente para a festa de aniversário do final de semana, orientações que devem ser dadas à faxineira... Ufa! Viu como uma agenda é útil?



A associação de uma agenda com a vida profissional é comum, porém, ela não é útil apenas para esse fim. Ela é útil para organizar a vida das pessoas de uma maneira geral e irrestrita, seja no campo profissional, pessoal, familiar ou social. E se pararmos para pensar em todas as tarefas e compromissos que temos em todos esses campos, a lista pode ser enorme!
Sendo assim, separei algumas dicas para ajudar quem usa ou quer começar a usar uma agenda no seu dia a dia. Vamos a elas:
  •  Sua agenda é o seu roteiro de atividades diárias, portanto, anote todo e qualquer tipo de compromisso, evento, tarefa, etc. Se você não anotar, não vai adiantar ter uma agenda para ajudá-lo, certo?
  • Para facilitar as anotações constantes, deixe a agenda sempre por perto! Na bolsa, na mesa, perto do telefone, no carro... Enfim, acostume-se a deixá-la acessível.
  • Defina prioridades para suas tarefas: o que deve ser feito primeiro e o que pode ser deixado para o final do dia? Se não der pra fazer todas as tarefas, quais podem ser adiadas? E se sobrar um tempinho, posso adiantar alguma tarefa? Você pode classificar essas prioridades em 1°, 2° e 3° ou criar símbolos. A vida muda a todo instante e imprevistos acontecem, portanto, dificilmente você conseguirá cumprir tudo o que planeja. Por isso é importante manter sua agenda sempre por perto, assim você faz as alterações necessárias no decorrer do dia.
  • Escolha um horário para olhar a agenda e planejar o seu dia. Esse horário pode ser de noite ou de manhã cedo. Assim você já saberá o que fazer primeiro de acordo com as prioridades.
  • Caso não tenha cumprido uma tarefa no dia em que previa cumpri-la, não se esqueça de transferi-la para o dia mais apropriado.
  • Ao anotar um compromisso, anote também seus preparativos de acordo com a antecedência necessária.
  • Sempre que olhar a agenda e tiver um tempinho a mais, dê uma folheada nos dias seguintes para saber se tem alguma tarefa que se faz necessária de acordo com os compromissos futuros e que você tenha esquecido de planejar. Por ex: você tem que fazer uma apresentação numa reunião de setor daqui a três dias. Está tudo pronto, mas convém dar uma olhada no equipamento de apresentação um dia antes, né? Anote isso no dia anterior então.
  • Quanto aos contatos e telefones, mantenha uma lista completa no computador ou em uma agenda telefônica separada. Deixe para colocar na agenda atual apenas os que você precisar com mais frequência, pois como as agendas são anuais, todo ano você vai ter que ficar transferindo esses contatos para a nova agenda e isso dará muito trabalho!
Bom, essas são algumas dicas de como você pode fazer um bom uso da sua agenda para aumentar sua produtividade ou para ganhar mais tempo - que você pode gastar com coisas que não precisamos anotar na agenda, como dormir até mais tarde, ver um filminho na TV, ficar com a família, ler um bom livro... rs.
E você? Como usa sua agenda? Ou não usa? Ou tem outra forma de organizar seus dias? Compartilhe sua experiência!
Beijo.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Usando sua agenda - Parte 1




Para começar essa pequena seção de posts informativos e culturais do Besteirinhas, nada mais justo que falarmos das agendas, afinal, são elas que marcam o início de um novo ano, não é mesmo?

Tá, tudo bem, que a agenda é um caderninho que tem todos os dias do ano com um espaço para escrever, todos nós sabemos. Mas afinal, para quem e para quê serve, de fato, uma agenda?

A agenda serve a todo tipo de pessoa com várias finalidades.

Resposta superesclarecedora, não?! Ok. Vamos destrinchar...

Embora isso não seja regra, a agenda está presente durante toda a nossa vida com finalidades um pouco diferentes de acordo com a faixa etária. Claro que existem exceções, mas em geral é mais ou menos isso.

Para as crianças, seu uso quase que se restringe às informações escolares: comunicação pais-escola, calendários de provas e trabalhos, deveres de casa, etc.

Já para os adolescentes, principalmente as meninas, a agenda vira muito mais que isso... Quem nunca usou a agenda como um diário, certamente conhece ou conheceu alguém que fazia isso! Descrever os acontecimentos do dia, inventar códigos para registrar coisas que nenhum bisbilhoteiro pudesse ler e enfeitar as páginas com adesivos e desenhos feitos com mil canetas coloridas era/é (?) uma prática muito comum nessa faixa etária.

Saudades...rs.

Depois da adolescência, ainda que sob outro layout e sem tantos enfeites, muitas pessoas utilizam a agenda para anotar pensamentos, sentimentos ou acontecimentos que marcaram sua vida; avaliações de filmes, peças ou shows; letras de músicas, textos ou poemas que acham interessantes; receitas, dicas, idéias ou informações importantes para sua vida pessoal ou profissional; etc. Essas finalidades, sem dúvida, são muito úteis e saudáveis, mas podem ser feitas em organizers ou sketchbooks, que talvez sejam mais apropriados (tema para outro post...).



Apesar de tantas possibilidades, o uso mais comum para as agendas após a adolescência é servir para anotar e organizar compromissos e tarefas, uma vez que sua apresentação cronológica organizada é perfeita para isso.

No próximo post sobre as agendas, veremos algumas dicas sobre o uso das agendas no seu dia a dia como um instrumento organizador e otimizador do seu tempo!

Enquanto isso, diga como você usa sua agenda. Ou você não usa? Ou você compra porque acha uma mais linda do que a outra? Ou você jura que vai usar, mas depois de fevereiro você esquece que ela existe? Divida sua experiência!

Beijo.
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