sexta-feira, 29 de junho de 2012

Decorando com quilling!

Olá!

Novamente passando para postar uma diquinha que é uma graça! Decoração com quilling! O quilling muita gente já conhece, nem que seja de vista - já viu mas não sabia que se chamava quilling. Se vc nunca viu, vai poder ver e aprender numa tacada só!



A Cris Turek da Vila do Artesão (virei fã desse site) postou um tutorial básico explicando o que é o quilling e como começar a fazer. A sugestão dela é começar com um lindo coração bem trabalhado, que ela ensina a fazer, inclusive com ferramentas adaptadas para quem não tem as ferramentas próprias do quilling.



Eu achei fantástico! Não só o modelo do coração, mas também a sugestão de uso - decoração de fitas em potes! Muito lindo! Mas claro que vc pode usar em decoração de cartões, embalagens, quadrinhos decorativos, etc.O bom do quilling, além da beleza, é que vc pode aproveitar qualquer sobrinha de papel para decorar e enfeitar... É muito charmoso!



Gostou? Eu ando sem tempo por causa de algumas encomendas, mas se fizer, me conta!

Em breve postarei mais alguns tutoriais.

Beijo.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Fazendo seu próprio álbum de fotos - parte 3

Mais uma vez estamos aqui com uma enooooooorme matéria sobre mais um estilo caseiro de fazer álbuns! E o estilo de hoje ééééé... O estilo legendado!



Embora esse também não seja o meu estilo, a minha mania de fazer uma análise crítica imparcial sobre as coisas me diz que esse é o estilo mais democrático e também o mais politicamente correto. Explico: é um estilo prático, rápido e que atende às necessidades de um bom álbum de fotos. Diz o que tem que ser dito, informa o que tem que ser informado, sem firulas ou nhé nhé nhé, entende?


Um álbum legendado tem as fotos e os elementos e, é claro, uma legenda para cada um deles ou pelo menos para a grande maioria deles. Essa legenda traz informações necessárias e relevantes, como local, ocasião, motivo, nomes, datas, enfim, tudo o que se precisa saber da foto em questão.


No álbum minimalista – que foi o último que comentei – a única informação além das fotos em si, era dada pelo título. As explicações das fotos eram dadas pela sequência ou pelo conteúdo ou pelo dono das fotos, ou seja, se o dono não explicar, fica subentendido ou não entendido. Já no álbum legendado isso não acontece, pois ele é autoexplicativo! Você não precisa ficar falando do que se tratam as fotos, pois qualquer pessoa que pegar e ver, vai ler e entender.


Para montar um álbum assim, é muito fácil! Vamos lá? 




Você já separou as fotos, colocou em ordem e decidiu o título do álbum e o local onde ele será colocado, certo? Certo. Agora, vamos à nossa importante fase de planejamento. Veja o que vai ser colocado em cada página do álbum lembrando sempre que você deve deixar espaço para suas legendas! Com esse planejamento você poderá verificar se o número de folhas do álbum será suficiente ou se precisará comprar mais – nada mais frustrante que começar um trabalho e não terminar pq faltou material, né?


Mas você deve estar se perguntando: onde devo escrever as legendas? Na folha do álbum? Num papel à parte? E como colar? Eu respondo: você pode fazer do jeito que você achar melhor, afinal, o álbum é seu e deve ficar com a sua cara! Mas meu conselho de perfeccionista é: faça suas legendas sempre num papel à parte, pois se você errar é mais fácil consertar. E nesse caso, algumas dicas:

1) Escolha um papel mais grossinho do que o papel comum, pois fica menos transparente e mais resistente. Assim, se você usar fita dupla-face pra prendê-lo ao álbum, a fita não ficará visível e, se você usar cola, o papel não ficará ondulado. Pra quem tiver um papel com gramatura de 180g/m² à disposição, use-o. Pra quem não tiver e não puder gastar uma graninha com isso, aí vai uma diquinha bem baratinha: uma cartolina cumpre bem esse papel – é barata, grande e tem gramatura de mais ou menos 120g/m². 

2) Para colar, pode ser fita dupla-face ou cola bastão (de preferência).

3) A cor do papel fica a seu critério. Você pode fazer legendas da cor que preferir – não precisa nem ser da cor da folha do álbum. Inclusive, se você tiver folhas de álbum pretas ou bem escuras e não tiver aquela caneta branca ou prata para escrever, pode usar uma legenda de outra cor que não vai ficar feio. É só cortar com capricho que fica lindo. 
 
4) Escrever primeiro ou cortar o papel primeiro? Eu prefiro cortar primeiro e escrever depois. Assim você já corta o papel do tamanho que ele deve ser e o texto fica limitado àquele espaço.

5) Se você quiser escrever retinho e bonitinho, mas não consegue fazer isso sem uma linha pra te guiar, faça a linha beeeeeem de levinho. Use um lápis com a ponta grossa e gasta pra não marcar o papel, apoie a régua no papel e trace a linha sem colocar peso no lápis, sem forçar nada. A linha tem que ficar quase inexistente. Aí você escreve, deixa secar a tinta da caneta por uns 3 minutos e depois apaga a linha com uma borracha limpa. Não deve restar nenhum vestígio da linha. 
 
6) Se você é tão perfeccionista como eu e quer centralizar o texto ou saber se ele caberá dentro daquele espaço de papel, finja que está escrevendo nele, como se estivesse ensaiando, que aí já vai dar pra saber mais ou menos como ele vai ficar. Se assim não funcionar, pode tentar escrever o texto com aquele lápis de ponta grossa e gasta muuuuuuito de levinho que aí resolve o problema. Mas lembre-se de só apagar o lápis depois de um tempinho pra tinta da caneta secar bem, senão vai ficar um belo borrão de tinta – sim, já aconteceu comigo! rs


O texto da legenda tbm costuma ser alvo de dúvidas das pessoas mais desacostumadas a escrever ou que ficam inseguras em relação ao conteúdo. Se você não tem essa dificuldade, é fácil – escreva o que achar necessário para as pessoas entenderem a foto. Mas se você tem alguma dificuldade, faça um exercício simples: imagine que você está mostrando essa foto pra alguém. O que você falaria pra essa pessoa entender a foto? Escreva isso na legenda! Simples assim. Vou dar alguns exemplos: 

1) Vamos supor que você fez um álbum da sua viagem de lua de mel a Buenos Aires: você pode descrever a foto de forma mais séria como “Chegada ao Aeroporto Internacional de Ezeiza.” Ou você pode colocar mais informações de acordo com o seu estilo de falar ou escrever: “Chegada ao Aeroporto Internacional de Ezeiza. Os termômetros marcavam 7°C – quase congelamos!”. 
 
2) Se no título do álbum estiver especificada a data ou o período do álbum, talvez não seja necessário ficar colocando isso nas legendas. Por exemplo, um álbum do aniversário de 5 anos da sua filha. É uma dia só e portanto não precisa colocar data nas legendas. 
 
3) Num álbum de viagem ou evento de até 10 dias, você pode especificar o período no título e escrever nas legendas como se fosse um diário, contando os dias: “1º Dia. Chegada ao Aeroporto Internacional de Ezeiza. Os termômetros marcavam 7°C – quase congelamos!” ou “3º Dia. Dançarinos de tango na Praça de Maio. Lindo espetáculo!”. 
 
4) Mas tem situações em que você pode e deve colocar a data na legenda, principalmente se for um álbum que engloba um período longo. Por exemplo, vamos supor que você e sua família tenha um sítio e vcs viajam pra lá várias vezes por ano. Aí você decide fazer um álbum com fotos tiradas no sítio num período de três anos. Você pode colocar “Colhendo as deliciosas laranjas do pomar! (25/07/2011)”; “Renata e sua amiga de faculdade Bianca, aprendendo a montar a cavalo. Se saíram bem! ( 06/03/2012)”. 
 
5) Dependendo do tema do álbum não é necessário colocar data específica mas você pode indicar uma fase, como nos álbuns de bebê: “Abrindo melhor os olhinhos. (1º semana)”; “Aprendendo a engatinhar (7º mês).”


Enfim, os exemplos e as possibilidades são inúmeros! Mas com bom-senso e tranquilidade tudo dará certo e você terá um álbum bonito, bem montado e bem explicado!


Espero que tenham gostado!


Mas se esse ainda não é o seu estilo, não se preocupe. Em breve o estilo “quadro de cortiça”! Não perca!


Beijo.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Caderno de tranças vermelhas!

E novamente venho aqui postar mais um caderno trançado. Aos poucos trarei mais fotos desse novo modelo de caderno para que vocês possam observá-lo melhor.

O caderno que trago hoje é lindo, mas tem um detalhe que os diferencia dos demais - ele foi feito com folhas mais finas. Vou explicar por que... Eu recebi umas folhas de papel pautado com gramatura de 75g/m² e não pude usá-las nos cadernos do Besteirinhas pq só uso folhas de pelo menos 90g/m². Daí essas folhas ficaram sobrando e eu não podia jogar fora (desperdício jamais) e também não queria usar como rascunho (folhas pautadas são caras demais pra isso)... Aí lembrei que a comunidade do bairro está aceitando doações de objetos, roupas ou produtos que possam ser vendidos na festa junina do bairro para angariar fundos e decidi então fazer um caderno para doar. Assim, todo mundo fica feliz e as folhas terão um destino digno (rs). Achei uma ótima solução!

Por causa das folhas mais finas, as trancinhas parecem mais gordinhas. Mas não achei que tirou o charme do caderno não... Ó ele aí, que bonitinho!





E assim foi feito esse caderninho... Claro que aproveitei pra usar uma estampa que nunca tinha usado antes! hehehe

Espero que tenham gostado.

Beijo.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Bordado livre - tutorial!

Olá!

Gente, hoje só passei pra postar uma dica de tutorial incrível! A Paula Marcondes vai postar na Vila do Artesão uma série de tutoriais ensinando a fazer 6 pontos básicos de bordado livre. Segundo ela, com esses seis pontos vc poderá fazer praticamente tudo em bordado livre!



O primeiro tutorial já está lá e vc pode conferir clicando aqui. Pelo que pude ver ela é bem detalhista e o tutorial está super bem explicadinho. Nesse primeiro post ela ensina como riscar o desenho do bordado no tecido e dá essa tarefa para fazermos em casa, acompanhando todo o procedimento. Achei fantástico! Bora animar e aprender mais essa ferramenta do delicioso mundo craft!

Vou colocar umas fotinhos do tutorial só pra aguçar sua curiosidade! hehehe




Para os amantes de bordado, fica a dica!

Beijo.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Cadernos trançados com caixa!

Já mostrei a vcs os cadernos trançados, né? Já falei que podem ser usados para os mais diversos fins, né? E foi pensando nesses fins todos que eu decidi criar uma caixinha para o caderno trançado. Já que ele pode ser usado de forma especial como diário pessoal, diário de viagem, livro de assinaturas, etc., seria interessante ter uma caixinha para guardá-lo e protegê-lo por toda vida. Sendo assim, aí está:



A caixinha é feita sob medida para o caderno trançado e é forrada com a mesma estampa. O fechamento pode ser feito com fita de cetim ou com puxador de tecido.



Ela é totalmente forrada com tecido por dentro e por fora.




O caderno trançado com caixa é uma linda opção de presente!



Gostou dessa Besteirinha? Eu suuuuper curti fazer, principalmente por que era algo que eu planejava há bastante tempo!

Pensa que acabou? Ledo engano... Em breve trarei mais! rsrs

Beijo.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Cadernos trançados do Besteirinhas!

Quanto tempo eu não postava algo nesse blog, né? Mas todo esse abandono tem explicação: produtinho novo na área!

O produtinho novo em questão são os cadernos com costuras artesanais. Levei algum tempo para escolher e definir os materiais, para decidir a técnica que eu ia utilizar e para me aprimorar nessa técnica, mas finalmente eles estão aqui: os cadernos trançados do Besteirinhas!



Os cadernos trançados do Besteirinhas são cadernos artesanais feitos a partir de folhas soltas que são furadas e costuradas à mão. Há muito tempo eu me apaixonei por essa forma milenar de encadernação, que além de ser resistente, ainda dá um efeito visual lindo a qualquer trabalho.



Os cadernos são do tamanho A5 e possuem capas resistentes, forradas com tecido 100% algodão e acabamento interno em papel 180g/m². As folhas internas são em papel branco 90g/m², que pode ser pautado ou liso, e possuem uma fita marcadora. O caderno pode ser feito com 120, 160 ou 200 folhas. A costura artesanal é feita com fio de algodão encerado colorido. Além disso, o caderno pode ser com ou sem fechamento, sendo que o fechamento pode ser feito com elástico ou com fita.




Essa Besteirinha é realmente encantadora! Um caderno desses pode ser guardado para sempre e ser usado para os mais diversos fins. Você pode dar de presente para crianças, adolescentes e adultos que gostam de escrever para serem usados como diários, podem ser usados como cadernos de inspiração para profissionais que trabalham com ideias e criações criativas, podem ser usados como diários de gestante, diários de viagem ou livros de assinaturas em festas de 15 anos, formaturas ou casamentos... Enfim! Você pode usar como quiser ou presentear alguém querido que com certeza vai agradar!



Espero que tenham gostado dessa Besteirinha super especial!

Beijo.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Lembrancinhas de aniversário: corujinhas!!!


Olá, você, você e você – como diria nosso inaposentável Galvão.

Essa semana eu trouxe mais um PAP de reaproveitamento de materiais: o nosso querido rolinho de papel higiênico! Mas não se preocupe que não vou fazer escultura de parede com ele, não, tá? Ufa! Eu vou usar os rolinhos para fazer lembrancinhas de aniversário econômicas!!!

As lembrancinhas de aniversário são tema de muita preocupação por parte dos anfitriões e sempre gera uma dor de cabeça e/ou uma dor de bolso. É o tipo de coisa que todo mundo quer que seja bonito, barato, que agrade e de preferência que tenha alguma utilidade para o convidado que receber. Aí o desafio é encontrar algo que reúna todas essas características ou pelo menos que tenham um bom equilíbrio entre elas. As lembrancinhas que trouxe hoje pecam um pouco no quesito “utilidade para o convidado”, mas em compensação podem ser muito baratas e muito lindas! Eu vi a ideia em alguma imagem na net, mas não sei de onde. Não guardei a imagem e também não vi nenhum PAP, mas fiquei com a ideia na cabeça, por isso fiz o PAP inteirinho da minha cabeça pra vocês. São corujinhas feitas com rolinho de papel higiênico que carregam balinhas em seu interior... Muito fofo!

Fiz duas pra mostrar a vcs. Olhem as minhas corujinhas lindas aí:



Ah! Quero lembrar que as fotos estão pavorosas pq fiz o PAP à noite. Aliás, gente, desapega desse negócio de fotos com luz natural e sem flash pq eu sou péssima pra isso...  Além disso, não dá pra tirar foto da execução em si pq eu não tenho três mãos: ou eu fazia ou eu tirava foto. Fiz o melhor que pude!

Então vamos ao PAP?

Confere a lista de material:



O primeiro passo é dar um trato no rolinho. Desamasse, limpe e cole pontinhas soltas. Tá bonitinho? Agora vamos fechar o fundo do rolinho. Gente, eu tentei fazer isso com vários materiais: papel, pano, fita crepe pura, cardstock... Mas o jeito que mais deu certo foi com o papelão de caixa, esse papelão ondulado, sabe? Papel e pano não são legais pq eles são moles e o rolinho, como é muito maleável, perde a forma e não fica estruturado. Pensei em algo durinho, pra dar firmeza, aí me lembrei do cardstock, o papelão cinza, sabe? Também não foi muito legal pq é um saco corta coisas redondas no estilete e, além disso, não ia ser muito prático, pois não é todo mundo que tem esse material em casa. Aí me lembrei do papelão de caixa – o marrom. Ele é ótimo pra isso! Ele é grossinho o suficiente pra ficar bem encaixado no fundo, é super fácil de cortar com a tesoura e todo mundo tem desse papelão em casa, né? Além de baratear ainda mais nossa lembrancinha, pois você consegue esse papelão de graça!

Então, depois de dar um trato no rolinho, coloque na forma que você quer que ele fique no fundo, pode ser redondinho ou oval. Eu fiz oval. Então o coloque nesse formato, apoie no papelão e risque mais ou menos em volta. Não precisa ser muito exato, é só pra você ter uma ideia de forma e tamanho:



Depois que você riscar, você ajeita o risco pra ficar mais simétrico e mais certinho e corta por dentro do risco pra que fique um pouco menor e encaixe melhor no rolinho:



Depois de cortar, tente encaixar no fundo do rolinho. Como riscamos por fora, pode ser que esteja grande, aí, você corta mais um pouco, até encaixar:



Encaixou? Beleza! Agora você tira o fundo do rolinho e cobre ele com fita crepe. Dá uma alisada pra fita crepe fixar bem e corta as pontas deixando mais ou menos 1 cm de fita sobrando:





E agora você encaixa o fundo e cola a sobra da fita crepe no rolinho para fixar o fundo:





Se na hora de encaixar o fundo for muito pra dentro, é só acertar empurrando ele pra fora com uma coneta, até que ele fique na posição correta.



Bom, depois de ajeitar o fundo, você vai revestir o rolinho. Você pode usar qualquer papel ou tecido que você queira. Papéis de scrapbook ficam lindos, mas encarece um pouco a lembrancinha, pq são bem carinhos... Talvez papel de presente fique legal, mas aí você tem que tomar cuidado pra não ficar amassando e pra não deixar o papel muito vincado. Como não tenho papéis, usei tecidos e descobri que foi a melhor coisa que eu poderia ter usado, pois o tecido é relativamente barato (com meio metro você faz muita raça de rolinho...) e, além disso, não fica amassando ou vincando como o papel. Ele dá muita maleabilidade ao projeto, pois permite que você dobre, desdobre e mexa à vontade sem deixar feio o trabalho – e tem estampas das mais variadas! Eu gostei!

Então, se você for usar tecido tbm para revestir o rolinho, lembre-se de pintar o rolinho de branco antes de colar tecidos claros. Se o tecido for escuro não precisa.




Depois de pintar, cole o tecido. Você pode passar cola em todo o rolinho ou fazer por partes, depende de como você se ajeitar melhor. Vai passando a mão no tecido com uma mão dentro do rolinho para dar firmeza na fixação:



Depois de colar o tecido, apare com a tesoura as sobras de cima e de baixo e pronto, seus rolinhos já estão forradinhos e as corujas já tem um corpinho!




Agora que os rolinhos estão forradinhos e lindinhos, deixe secar um pouco pro tecido colar bem e, enquanto isso, corte os olhinhos, o bico e a barriga da coruja. Se você tiver furadores de papel redondinhos de vários tamanhos, você vai economizar muito tempo! Mas se não tiver, faça como eu: na munheca! Pegue os papéis coloridos e use alguma coisa para riscar os círculos dos olhos:



Você precisará de três tamanhos de círculo: um grande que será branco, um médio que pode ser de qualquer cor – eu fiz vermelho, mas não gostei muito... Parece que a coruja está drogada ou há três dias sem dormir. Sugiro cores claras. E o círculo pequenininho que será preto. Eu usei um potinho de tinta, uma moeda de dez centavos e um ilhós que eu tinha aqui pra fazer os três tamanhos. Você pode usar qualquer coisa redonda. Risque as bolinhas e recorte com a tesoura – tente fazer um movimento contínuo com a tesoura para não ficar todo sextavado. Eu tentei, mas não deu muito certo... rsrs

O bico é um triângulo e a barriguinha é como se fosse um ovo com a parte de cima cortada. Você desenha na mão mesmo e para fazer mais quantidade, você faz um molde e usa o mesmo molde em todas as corujinhas, assim fica tudo igualzinho, com a mesma barriguinha.



Bom, depois de cortar todas as partes, você vai começar a colar. Mas antes de colar, faça a dobra da parte de cima primeiro para você não correr o risco de colar os olhinhos na parte que vai ser dobrada, senão a corujinha fica deformada:




Essa dobra já imita as orelhinhas da corujinha! Muito linda!

Então, estando a dobra já definida, vá colando os papéis calculando o espaço para formar a corujinha:



Primeiro cole a barriga, depois o bico, depois as bolinhas brancas maiores, depois a bolinha colorida e depois a bolinha preta. E pronto! Sua corujinha está pronta!



Você pode fazer alguns detalhes se quiser enfeitar mais. Eu fiz um imitação de costurinha na barriga com a caneta mesmo. E se quiser, pode colar uma tag na barriga com “Lembrança do aniversário de...” ou pode imprimir a frase já no papel em que vai cortar as barriguinhas. Você quem sabe.

E agora que elas estão prontas, é só rechear com balinhas e doces!




Ah! Se não achar adequado colocar coisas comestíveis dentro de um rolinho de papel higiênico – que ficou dentro de um banheiro – é só colocar as balinhas dentro de algum saquinho plástico transparente e o problema estará resolvido! Esse detalhe me ocorreu depois e assim como me ocorreu, pode ocorrer a mais alguém. Eu particularmente não me importo, se as balinhas forem embaladas como essas da foto, mas vai que alguém se importa, né? Coloca num saquinho que não tem desculpa. Ou então usa rolinhos de papel toalha cortados ao meio. Mas acho que o saquinho plástico será mais adequado.

A dobra das orelhinhas não fica beeeem fechadinha não. Mas também não fica arreganhando não. Se quiser colar com fita dupla-face, tudo bem. Mas eu vinquei bem e deixei assim mesmo, meio displicente. Eu gostei assim.

Outra coisa legal de dizer, é que vc pode fazer outros animaizinhos que tenham essa orelhinha pontudinha, como cachorro, gato, morceguinho, sapinhos, oncinhas e outros que não me lembro agora... E também pode usar pra algum tema como Batman, Hello Kitty ou Picachu. Enfim, use a imaginação!

E esse foi mais um PAP de reaproveitamento de materiais. Espero que tenham gostado de mais essa besteirinha para fazer!!

Beijo.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Técnica das canetinhas!


Se você borda ponto cruz e passeia pela net, você já deve ter visto em algum lugar sobre a técnica de marcar o tecido a ser bordado com canetinhas. Mas se você ainda não viu, vai ver aqui e agora!



O fundamento dessa técnica consiste em marcar o desenho (motivo) no tecido para economizar tempo ao bordar. Assim, em vez de você ficar olhando o gráfico e bordando, você já borda direto sem ter que parar pra olhar o gráfico.

Eu já tinha visto essa técnica há muito tempo, mas nunca tinha testado pq quase sempre bordo figuras geométricas ou padrões que se repetem e por isso não preciso marcar e nem olhar no gráfico – vai no automático. Agora que estou bordando motivos com pontinhos mais espalhadinhos, não dá pra lembrar no automático, tem que olhar o gráfico toda hora... Aí, lembrei-me dessa técnica e quis por que quis testá-la. Então, vamos testar!

Para fazer as marcações você só vai precisar das canetinhas, além do tecido e do gráfico, claro!



Eu não tinha a canetinha, então tive que comprar uma. Essa parte é interessante pq eu achei que qualquer canetinha hidrográfica dessas de escola serviria, mas não foi bem assim... Inicialmente comprei um jogo de 24 cores da Compactor Neo-Pen. Mas como não estava escrito na embalagem que ela era lavável, resolvi fazer um teste num pedacinho de pano. Risquei cada cor num retalhinho de tecido branco 100% algodão e coloquei esse retalhinho pra lavar na máquina junto com outras roupas. Surpresa! O preto e o roxo não saíram direito. Ficou uma sombra. Não tirei foto do retalhinho, sorry!

Agora fiquei aqui pensando... Que sorte ter me dado esse estalo de testar, né? Já pensou se marco meu bordado todinho e depois vejo que não sai direito? Minhas toalhas da Buettner caríssimas que estou há um ano bordando? Teria uma crise ptiática interminável...

Um ano? Já falei que demoro horrores pra bordar alguma coisa? Abafa...

Voltei na papelaria e vi que nas canetinhas da Faber Castel estava escrito “Lavável”! Então, comprei essa. Portanto amiguinha, se você vai adquirir um jogo de canetinhas para esse fim, não pense que qualquer uma serve, porque não serve. Compre apenas as que estiverem escrito que são laváveis.



Bom, continuando...

Estique bem o tecido que você vai marcar e escolha as cores que você vai usar. Eu comecei com um bordado fácil de marcar pq ele tem poucas cores e elas não se misturam. Assim a marcação é facilmente compreendida. Mas se o bordado tiver muitas cores parecidas, você vai ter que marcar com cores diferentes nas canetinhas para você não se confundir e vai ter que anotar uma legenda dizendo qual cor de canetinha corresponde a qual cor de linha. Além disso, se o desenho for muito grande e com muitas cores, você também pode marcar por partes, para a marcação não ficar muito confusa.

Bom, definida a estratégia, é só fazer seus pontinhos!

Fotinhos do processo:









Embora seja bem fácil marcar, ninguém está livre de cometer erros. Então, digamos que você está lá marcando seus pontinhos e, de repente, você nota que marcou uns pontinhos errado. Oh, não! Vou ter que lavar a toalha e começar do zero? Claro que não. Defina uma cor de canetinha que você não esteja usando e marque em cima dos erros para indicar que aqueles pontos estão errados e que não é pra bordar ali. Não sei se tem outro jeito melhor e tão rápido quanto esse, mas eu fiz assim...


Pontinho errado...


Marcando o pontinho errado com uma caneta marrom...


Pronto! Agora é só começar a bordar sem se preocupar em ficar com os olhos pregados no gráfico e sem se preocupar se seus olhos estão pregados no lugar certo do gráfico... hehehe

Se economiza tempo? Bem, não acho que faça uma diferença muito gritante entre o tempo de bordar com ou sem essas marcações. Até porque, se por um lado você economiza tempo ao bordar por não ter que ficar toda hora olhando no gráfico, por outro lado você tem que gastar tempo marcando o gráfico no tecido com as canetinhas. Então acho que um compensa o outro no quesito tempo. Ou pelo menos tem pouca diferença. Na verdade, acho que o verdadeiro ganho nessa técnica não é o tempo, mas sim o conforto. Marcar o gráfico no tecido com as canetinhas é muito fácil e rápido quando você está sentada numa mesa com o gráfico e o tecido no seu nariz. A coisa flui e evolui rapidamente. É como se você estivesse copiando um texto num caderno. E depois, quando o tecido está todo marcado, bordá-lo fica automático e novamente a coisa flui e evolui rapidamente, como se você já soubesse o gráfico de cabeça. Então, minha opinião é essa: vale a pena sim, mas não pela economia de tempo e sim pelo conforto gerado.

Espero que tenham gostado dessa dica.

Beijo.
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